segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sócio de Perrella presta depoimento em MG sobre droga em helicóptero

Depoimento ocorreu na sede da Polícia Civil em Pará de Minas.
Oitiva foi feita pela Polícia Federal de Divinópolis.

Anna Lúcia Silva Do G1 Centro-Oeste de Minas
 

Sócio foi ouvido pela PF na Polícia Civil em Pará de Minas (Foto: Anna Lúcia Silva/G1)
 
Sócio de Perrella foi ouvido pela PF na Polícia Civil
em Pará de Minas (Foto: Anna Lúcia Silva/G1)
O sócio do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD), André Almeida Costa, de 31 anos, prestou depoimento à Polícia Federal (PF) em Pará de Minas nesta segunda-feira (2), sobre a apreensão do helicóptero da empresa Limeira Agropecuária, que estava com um carregamento de 445 quilos de cocaína. A polícia flagrou a aeronave em uma fazenda no interior do Espírito Santo no domingo (24).
O G1 não foi autorizado a acompanhar o depoimento de perto, mas o delegado da Polícia Federal (PF) de Divinópolis responsável pela oitiva, Daniel Souza, informou que o interrogatório começou às 11h e que tudo que foi colhido será encaminhado para a Polícia Federal do Espírito Santo. "Ouvimos hoje esse sócio da Limeira Agropecuária e agora encaminharemos tudo para a PF no Espírito Santo, onde devem prosseguir as investigações sobre o caso", relatou.
A investigação é feita pela Polícia Federal no Espírito Santo, onde a aeronave está apreendida, e os depoimentos são feitos por carta precatória.
A Polícia Militar (PM) apreendeu a droga dentro da aeronave, na zona rural de Afonso Cláudio, na região Serrana do estado capixaba. Quatro pessoas foram presas, entre elas o piloto. A operação descobriu que os suspeitos estavam usando o helicóptero para transportar cocaína para dentro do Espírito Santo.
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Limeira Agropecuária em Pará de Minas (Foto: Anna Lúcia Silva/G1)Limeira Agropecuária em Pará de Minas (Foto: Anna Lúcia Silva/G1)

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Para conquistar o PT, Ricardo Ferraço muda o tom com o governo federal

O senador do PMDB, que sempre foi crítico do governo Dilma, começa a se aproximar do PT
21/11/2013 11:06 - Atualizado em 24/11/2013 10:32

Embora o PT capixaba tenha uma preferência nítida pela candidatura do ex-governador Paulo Hartung (PMDB) para o governo do Estado, o senador Ricardo Ferraço ainda tenta conquistar a base petista para se viabilizar à vaga. O senador do PMDB, que desde que chegou ao Congresso vinha adotando um discurso bastante crítico em relação ao tratamento  dispensado pelo governo federal ao Espírito Santo, mudou o tom e passou a elogiar a presidente Dilma Rousseff e sua gestão.
 
A intenção seria a de conquistar a base petista, conseguindo assim viabilizar sua candidatura ao governo na eleição do próximo ano, já que a parceria com o PT parece ser iminente. O problema é que o veto ao nome de Ricardo Ferraço no PT capixaba está ligado a questões que vão além da postura do senador em relação ao governo petista

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

PM que deu carteirada em blitz da Lei Seca em Vitória é afastado
 
Do UOL, no Rio               

Pereira e outros policiais envolvidos no episódio. ocorrido no último dia 13, são alvo de IPM (Inquérito Policial Militar) conduzido pela Corregedoria da corporação.
De acordo com a PM, a investigação foi iniciada na semana passada, a pedido do comandante-geral.
Nesta terça-feira (29), o corregedor-geral da PM capixaba, coronel Marcos Celante, disse em coletiva de imprensa que o Ministério Público do Espírito Santo havia solicitado o afastamento de alguns policiais envolvidos no caso, mas que ele preferia avançar mais nas investigações antes de tomar alguma atitude. O caso ganhou o noticiário nacional horas depois e, nesta quarta, o afastamento do tenente-coronel foi anunciado.
Segundo a assessoria da PM, Pereira, que aparece em vídeo sem cinto de segurança e com o braço para fora da janela perguntando para o policial que o aborda se o PM sabe que ele é coronel da polícia, ficará afastado enquanto o IPM estiver em andamento. Nenhuma outra função foi designada para o oficial até o momento.
O corregedor-geral afirmou que a investigação deve durar 40 dias, prorrogáveis por mais 20. A reportagem solicitou entrevistas com o comandante e com corregedor da corporação, mas não obteve resposta até as 15h30 desta quarta.
Na abordagem ao tenente-coronel, um PM pediu ao oficial que apresentasse a carteira de habilitação de motorista e os documentos do carro. Ao ser informado sobre a patente do coronel, o policial afirmou: "Eu não conheço o senhor. Quero a identificação do senhor." O motorista, no entanto, mostrou a carteira de oficial da PM e deixou o local sem mostrar os papeis exigidos. O episódio foi narrado no relatório da blitz.
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Famosos já enquadrados pela Lei Seca 41 fotos

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4.mai.2012 - A atriz Nathalia Dill, a Débora de "Avenida Brasil", teve sua carteira apreendida após ser parada em uma blitz da Lei Seca no Rio. Ela estava acompanhada de algumas amigas que foram curtir uma festa. Nathalia se recusou a fazer o teste do bafômetro na blitz que estava situada na autoestrada Lagoa-Barra, em São Conrado. Além da carteira apreendida, recebeu uma multa de R$ 957,70 e perdeu 7 pontos Leia mais Pedro Carrilho/Folhapress

Sem permissão

O documento foi assinado pelo 2º tenente da PM Osvaldo Savergnini do Carmo. Segundo o relato, o tenente-coronel Dirceu declarou que os policiais queriam "sacaneá-lo", pediu sua carteira funcional de volta e deixou o local sem que lhe fosse dada a permissão, antes de passar pelo teste do bafômetro.
Além das imagens e do relatório, o episódio gerou três telefonemas para o Ciodes (Centro Integrado Operacional de Defesa Social). As ligações foram gravadas e reproduzidas em reportagem do jornal "A Gazeta", do Espírito Santo.
Em uma delas, um dos PMs que participava da blitz pede instruções de como proceder ao oficial de plantão. Após explicar o que sucedera, ele é orientado a aconselhar-se com o comando do Batalhão de Trânsito.
Em outra gravação, feita minutos depois da primeira, outro PM pede à atendente do Ciodes que registre uma ocorrência. Ele narra o episódio sem mencionar o fato de que o tenente-coronel apresentou sua identificação policial.
Na terceira ligação, este mesmo PM pede para outra atendente que cancele a ocorrência que acabara de registrar e explica que recebera ordem do major Cleber Bongestad, subcomandante do Batalhão de Trânsito.
Em sua defesa, o tenente-coronel Dirceu alegou que sofreu uma abordagem indevida, já que, para ele, apenas um oficial de patente igual ou superior à sua poderia ordenar-lhe a exibição dos papéis. Ele move processo contra o sargento que o abordou na blitz.
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Velozes e perigosos: motoristas abusam e causam tragédias 13 fotos

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28.set.2010 - O advogado Ricardo Issao Marimoto, 35, morreu após perder o controle da sua moto. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, o advogado conduzia a moto a 240 km/h quando não conseguiu fazer uma curva e capotou várias vezes em um barranco. A vítima foi arremessada a 60 metros de distância Mandaguari Online Mandaguari Online

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Campos libera Casagrande para se aliar ao PT
 Josias de Souza

 
Filiado ao PSB, o governador do Espírito Santo ficará “neutro” na disputa presidencial de 2014. Fará isso com autorização do presidenciável do seu partido, Eduardo Campos. Com isso, poderá disputar a reeleição ao governo estadual coligado com o PT de Dilma Rousseff, reeditando a aliança firmada em 2010.
Eduardo Campos esteve em Vitória, a capital capixaba, para participar de ato partidário. Desembarcou na noite de domingo (13). Indagado sobre a “neutralidade” do correligionário, ele soou compreensivo:
“Renato é dirigente nacional do PSB e tem nossa confiança para conduzir o processo, para que ele possa continuar a fazer pelo Espírito Santo um governo que melhora a vida do capixaba. Ele terá, da nossa parte, a compreensão para o conjunto de alianças que precisa fazer.”
Nesta segunda (14), após reunir-se com Casagrande na noite anterior, Campos reiterou: “Ajudando Renato ajudamos a todos nós. Compreendemos as circunstâncias regionais.” Ouvido, Casagrande disse que é cedo para falar sobre 2014. Porém, disse que o apoio de Campos à neutralidade do PSB capixaba o deixa “tranquilo”.
Também nesta segunda (14), nas pegadas da coreografia de Campos, o presidente do PT do Espírito Santo, José Roberto Dudé, sinalizou a reedição da parceria com Casagrande. “Nós acreditamos que o governador se manterá neutro porque ele já deu sua palavra ao PT estadual e também nacional”, disse. O petismo estadual deve compor a chapa de Casagrande indicando o candidato ao Senado.
Campos libera Casagrande para se aliar ao PT (Josias de Souza)
  Redação,    Terça, 15 de Outubro de 2013 - 01:18

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Filiado ao PSB, o governador do Espírito Santo ficará “neutro” na disputa presidencial de 2014. Fará isso com autorização do presidenciável do seu partido, Eduardo Campos. Com isso, poderá disputar a reeleição ao governo estadual coligado com o PT de Dilma Rousseff, reeditando a aliança firmada em 2010.

Eduardo Campos esteve em Vitória, a capital capixaba, para participar de ato partidário. Desembarcou na noite de domingo (13). Indagado sobre a “neutralidade” do correligionário, ele soou compreensivo:

“Renato é dirigente nacional do PSB e tem nossa confiança para conduzir o processo, para que ele possa continuar a fazer pelo Espírito Santo um governo que melhora a vida do capixaba. Ele terá, da nossa parte, a compreensão para o conjunto de alianças que precisa fazer.”

Nesta segunda (14), após reunir-se com Casagrande na noite anterior, Campos reiterou: “Ajudando Renato ajudamos a todos nós. Compreendemos as circunstâncias regionais.” Ouvido, Casagrande disse que é cedo para falar sobre 2014. Porém, disse que o apoio de Campos à neutralidade do PSB capixaba o deixa “tranquilo”.

Também nesta segunda (14), nas pegadas da coreografia de Campos, o presidente do PT do Espírito Santo, José Roberto Dudé, sinalizou a reedição da parceria com Casagrande. “Nós acreditamos que o governador se manterá neutro porque ele já deu sua palavra ao PT estadual e também nacional”, disse. O petismo estadual deve compor a chapa de Casagrande indicando o candidato ao Senado.

domingo, 28 de julho de 2013

JORNAIS DO ESPÍRITO SANTO NO PAINEL DO PAIM

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sábado, 27 de julho de 2013

Novo cenário político pode fazer Renato Casagrande se aproximar do PSDB

Novo cenário político pode fazer Renato Casagrande se aproximar do PSDB
Crise com o PT e fortalecimento do nome de Eduardo Campos deixa PSDB perto da base governista
José Rabelo
27/07/2013 19:50 - Atualizado em 27/07/2013 11:36

O novo cenário político que se desenha pós-manifestações de rua subverte o plano do governador Renato Casagrande (PSB) que, até junho, defendia a manutenção da parceria com o PT e PMDB no Estado e o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. 
 
A questão é, que de junho para cá, muito água passou por debaixo da ponte. No campo nacional, a presidente Dilma vem assistindo de mãos atadas sua popularidade despencar, o que abriu o precedente para outros nomes se colocarem.
 
Caso do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que já vinha tentando se viabilizar dentro do PSB para disputar a Presidência da República. Um dos obstáculos às pretensões de Campos no partido sempre foi o secretário-nacional da sigla, o governador Renato Casagrande, que interpretava a movimentação do colega como inoportuna e extemporânea. Na verdade, atrapalhava as alianças que Casagrande costurara com tanto esmero nesses dois anos e meio de governo.
 
Em maio, Casagrande foi incisivo ao declarar à imprensa nacional que Campos deveria aguardar pacientemente sua vez na fila. Sem meias palavras, ele disse que Eduardo Campos “não tinha condições de ser candidato, ainda”.
 
O cenário, no entanto, mudou e o nome de Campos ganhou corpo, principalmente após a pesquisa CNI/Ibope publicada nessa quinta-feira (25), que colocou o governador pernambucano como o mais bem avaliado do país, com 58% de bom/ótimo. 
 
O novo contexto fortalece Campos dentro e fora do PSB, e pode obrigar Casagrande a rever sua posição. Mais que isso, se a candidatura do socialista decolar, o governador capixaba teria que construir um senhor palanque para o colega e, de quebra, estender uma passadeira vermelha para o presidenciável aceitar que Casagrande cole sua imagem à de Campos.
 
A parceria PSB-PSDB já começa a se materializar em Minas Gerais e Pernambuco. E os dois presidenciáveis trabalham forte para incluir São Paulo nessa trinca de ferro. Nesses três estados, a ideia é isolar o PT. No primeiro turno, os dois presidenciáveis fariam campanhas separadas nos estados, mas, no segundo, estariam unidos contra a presidente petista. 
 
Se isso de fato ocorrer, a tendência é que Casagrande se aproxime dos tucanos. Caso esse namoro também vire casamento por aqui, Casagrande já teria meio caminho andado para o altar. As quatro principais lideranças tucanas no Estado – deputado federal César Colnago, Max Filho, Luiz Paulo Vellozo Lucas e Guerino Balestrassi – têm bom trânsito com o socialista. Inclusive, Balestrassi ocupa o cargo de presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes), que tem peso de secretaria de Estado. Luiz Paulo também estava no Bandes, só saiu para integrar a equipe de campanha do senador mineiro. 
 
Com a parceria PSB-PSDB, não está descartada uma chapa conjunta com os tucanos, como Aécio e Campos pretendem fazer em São Paulo, Pernambuco e Minas. 
 
Caso isso ocorra aqui, o PT capixaba ficaria juntando seus cacos, pois não teria mais o estofo da popularidade e favoritismo da presidente para requerer assento no jogo político, nem tampouco teria espaço de honra no palanque de Casagrande, que passaria a ter a presença de tucanos.
 
Quanto ao PMDB, a tendência é que o partido também desembarque da trinca (PSB-PT-PMDB) para lançar o senador Ricardo Ferraço (PMDB) à disputa para o governo do Estado