O ex-governador do Espírito Santo José Ignácio Ferreira (sem partido) foi condenado a nove anos de prisão por desvio de verbas. Cabe recurso. Ele governou o Estado de 1999 a 2002. Era do PSDB. No fim do mandato, estava sem partido.
A sentença foi dada pelo juiz Willian Silva, da 6ª Vara Criminal de Vitória, por formação de quadrilha, apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
Segundo denúncia feita pelo Ministério Público Estadual, dinheiro de empresários que seria destinado à construção de uma fábrica de sopa, projeto social do governo, foi desviado para pagar despesas pessoais e de campanha de José Ignácio. Em troca, os empresários recebiam benefícios fiscais.
Para o Ministério Público, as supostas doações feitas pelos empresários à fábrica de sopas eram "propinas" destinadas ao governo pelo recebimento de benefícios tributários, que seriam transferidos para conta de servidor do governo.
Além do ex-governador, sua mulher, Maria Helena Ruy Ferreira, então secretária de Ação Social do governo, foi condenada a 13 anos de prisão pelo mesmos crimes, além de corrupção.
O ex-ministro do Planejamento Aníbal Teixeira, do governo José Sarney (1985-1990), também foi condenado a 4 anos e 6 meses, por lavagem de dinheiro. Na pasta, Teixeira era responsável por um dos projetos sociais comandados pela primeira-dama, que originou a ação. Ele teria informado a empresários sobre valores de doações que poderiam ser abatidos no recolhimento do ICMS.
"Ela [Maria Helena] solicitava vantagens para beneficiar empresários", disse o juiz. A sentença foi publicada na sexta-feira para evitar que crimes como formação de quadrilha e apropriação indébita não prescrevessem pela idade de José Ignácio, que completou 70 anos ontem.
O ex-governador disse que não houve desvios de recursos públicos nem crime, já que "o dinheiro era privado e destinado a entidades privadas". "Não há crime se não há vítima", disse. Ele vai recorrer. A mulher dele, segundo Ignácio, também vai recorrer.
O advogado de Aníbal Teixeira, Ramon Carvalho, afirmou que seu cliente apenas apresentou modelo de projeto social, desenvolvido em Belo Horizonte, ao governo capixaba, e que é inocente. Carvalho disse que vai recorrer.
terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Senador Camata chora e nega acusações de ex-assessor sobre recebimento de propina
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O senador Gerson Camata (PMDB-ES) subiu à tribuna do Senado nesta segunda-feira para se defender das denúncias de corrupção reveladas pelo seu ex-assessor Marcos Andrade --que foi funcionário do peemedebista por quase 20 anos.
Em entrevista ao jornal "O Globo", Andrade acusou o senador de receber propina de empreiteiras e de maquiar as prestações de contas de seu mandato parlamentar.
Emocionado, o senador chorou por duas vezes durante o longo discurso de defesa. Camata negou todas as denúncias reveladas pelo ex-assessor ao afirmar que Andrade sofre de distúrbios psiquiátricos e foi "instrumentado" para acusá-lo de envolvimento em atos de corrupção.
"Ele foi instrumentado por alguém, para, com uma série de inverdades, sem nenhuma comprovação de nada, assacar contra a minha honra. Eu vou me defender; para cada acusação, tenho um papel. Fui acusado sem nenhuma prova, e, para cada acusação, tenho prova", afirmou.
Segundo o ex-assessor, Camata teria recebido propina da Odebrecht para a construção de um ponte no Espírito Santo no período em que governou o Estado. O parlamentar, porém, nega qualquer vínculo com a empreiteira.
"Tive relacionamento com a empresa, visitando obras, acelerando a obra, vendo se estava faltando um pouco de dinheiro, se estava precisando de mais recurso, essas coisas normais que os secretários trazem quando estão acompanhando uma obra, e em que, às vezes, o governador tem que intervir."
O senador também foi acusado pelo ex-assessor de apresentar prestações de contas falsas para justificar gastos inexistentes. Camata negou qualquer irregularidade ao longo de seu mandato parlamentar. "Agora começam a aparecer umas pessoas que eu acho que estão envolvidas com isso ou são delegadas de quem está envolvido. Querem antecipar a campanha política do Espírito Santo, que vai ser no ano que vem", afirmou.
Camata disse que vai pedir afastamento do Conselho de Ética do Senado até que o órgão apure as denúncias reveladas pelo ex-assessor. O senador pediu que o conselho investigue as denúncias, assim como a Corregedoria do Senado --que tem à frente o senador Romeu Tuma (PTB-SP).
"Enquanto durar a investigação, eu não quero fazer parte do Conselho de Ética. Eu quero que o Conselho de Ética tenha toda a independência e o faça com rigor, a fim de que essas denúncias sejam apuradas à luz dos documentos que estou fornecendo", afirmou.
Solidariedade
Senadores que decidiram passar o feriado de 21 de abril em Brasília foram prestar solidariedade ao colega no plenário da Casa. Oito senadores, além do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), acompanharam o discurso do peemedebista --o que garantiu o número mínimo de parlamentares necessário para a abertura da sessão plenária.
Sarney disse que a "indignação e a revolta" de Camata "dão a profundidade da injustiça" que atingiu o parlamentar. "O senhor foi o alvo errado e indevido de insultos. A solidariedade desta Casa é um conforto. Sou testemunha do seu espírito de luta, sei que é um homem correto, um cidadão exemplar", afirmou.
Camata chegou às lágrimas durante o discurso de solidariedade prestado pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS), que lembrou sua trajetória histórica no PMDB.
"Eu não sei para onde querem ir, para onde estamos indo, o que está acontecendo e como vai terminar, mas não vai ser brincando com o nome de pessoas como Vossa Excelência que vão atingir o que quer que seja. Se pensam que com isso haverão de nos atingir e que pessoas com a garra de Vossa Excelência vão se perder no caminho, estão muito enganados", afirmou Simon.
A deputada Rita Camata (PMDB-ES), mulher do senador, acompanhou o seu discurso sentada no plenário do Senado.
Comentários dos leitores
Alcides Emanuelli (1032) 19/04/2009 19h37
Esse cara ainda não foi demitido! isso é uma vergonha, imaginem a farra que esse cara fazia com o dinheiro do Senado.
Uma casa de 5 milhões, ele deve ter um monte de trabalho em outras empresas, deve tambem ter meia duzia de empresas privadas que é o dono para ter tanto dinheiro assim para comprar uma casa.
A bem da ética e da moral, tem que ser revisto todas essas estruturas e quem não for concursado, quem tem parentes que foram colocados usufruindo dessa privilégio que é o empreguismo, tem que ser convidado a se retirar a força com a policia e tudo o mais.
Bem mas se era permitido tantas irregularidades, vamos esquecer a policia, mas esta na hora de entrar alguem competente e honesto para mudar todo esses sistema de uma administração inconsequente e irresponsavel e burra e incompetente.
Ainda por cima muitas dessas pessoas tem curos Superior é mais vergonhoso ainda de que vale ter um deploma se são incompetentes e inconsequente.
Meu Deus porque não se muda toda essas estruturas administrativa inconsequente e se moralize os cargos em todos os sentidos, terminando com o nepotismo e terminando com funções comissionadas ou limitando esses cargos de confiança a no maximo 5 por parlamentar.
Meu Deus que coisa triste estamos vendo e assistindo nada é como isso, essa vergonha toda não tem precedentes. sem opinião
avalie fechar
Carlos Franco Franco (361) 19/04/2009 14h59
esta dificil se escolher um diretor para esse tão cobiçado cargo, esta mais dificil que achar um politico honesto, aonde nos estamos, estamos perdidos, imagina o que nos brasileiros desconhecemos, o que acontece nesta duas casas. bom esse congresso e esta camara. e os presidentes em nada ajudam, nos temos que aguentar tudo isto. 2 opiniões
Deoclides Lopes da Silva (4) 19/04/2009 11h53
Não sei com que interesse os meios de comunicação estão divulgando estas informações, mais espero que continuem.
da Folha Online, em Brasília
O senador Gerson Camata (PMDB-ES) subiu à tribuna do Senado nesta segunda-feira para se defender das denúncias de corrupção reveladas pelo seu ex-assessor Marcos Andrade --que foi funcionário do peemedebista por quase 20 anos.
Em entrevista ao jornal "O Globo", Andrade acusou o senador de receber propina de empreiteiras e de maquiar as prestações de contas de seu mandato parlamentar.
Emocionado, o senador chorou por duas vezes durante o longo discurso de defesa. Camata negou todas as denúncias reveladas pelo ex-assessor ao afirmar que Andrade sofre de distúrbios psiquiátricos e foi "instrumentado" para acusá-lo de envolvimento em atos de corrupção.
"Ele foi instrumentado por alguém, para, com uma série de inverdades, sem nenhuma comprovação de nada, assacar contra a minha honra. Eu vou me defender; para cada acusação, tenho um papel. Fui acusado sem nenhuma prova, e, para cada acusação, tenho prova", afirmou.
Segundo o ex-assessor, Camata teria recebido propina da Odebrecht para a construção de um ponte no Espírito Santo no período em que governou o Estado. O parlamentar, porém, nega qualquer vínculo com a empreiteira.
"Tive relacionamento com a empresa, visitando obras, acelerando a obra, vendo se estava faltando um pouco de dinheiro, se estava precisando de mais recurso, essas coisas normais que os secretários trazem quando estão acompanhando uma obra, e em que, às vezes, o governador tem que intervir."
O senador também foi acusado pelo ex-assessor de apresentar prestações de contas falsas para justificar gastos inexistentes. Camata negou qualquer irregularidade ao longo de seu mandato parlamentar. "Agora começam a aparecer umas pessoas que eu acho que estão envolvidas com isso ou são delegadas de quem está envolvido. Querem antecipar a campanha política do Espírito Santo, que vai ser no ano que vem", afirmou.
Camata disse que vai pedir afastamento do Conselho de Ética do Senado até que o órgão apure as denúncias reveladas pelo ex-assessor. O senador pediu que o conselho investigue as denúncias, assim como a Corregedoria do Senado --que tem à frente o senador Romeu Tuma (PTB-SP).
"Enquanto durar a investigação, eu não quero fazer parte do Conselho de Ética. Eu quero que o Conselho de Ética tenha toda a independência e o faça com rigor, a fim de que essas denúncias sejam apuradas à luz dos documentos que estou fornecendo", afirmou.
Solidariedade
Senadores que decidiram passar o feriado de 21 de abril em Brasília foram prestar solidariedade ao colega no plenário da Casa. Oito senadores, além do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), acompanharam o discurso do peemedebista --o que garantiu o número mínimo de parlamentares necessário para a abertura da sessão plenária.
Sarney disse que a "indignação e a revolta" de Camata "dão a profundidade da injustiça" que atingiu o parlamentar. "O senhor foi o alvo errado e indevido de insultos. A solidariedade desta Casa é um conforto. Sou testemunha do seu espírito de luta, sei que é um homem correto, um cidadão exemplar", afirmou.
Camata chegou às lágrimas durante o discurso de solidariedade prestado pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS), que lembrou sua trajetória histórica no PMDB.
"Eu não sei para onde querem ir, para onde estamos indo, o que está acontecendo e como vai terminar, mas não vai ser brincando com o nome de pessoas como Vossa Excelência que vão atingir o que quer que seja. Se pensam que com isso haverão de nos atingir e que pessoas com a garra de Vossa Excelência vão se perder no caminho, estão muito enganados", afirmou Simon.
A deputada Rita Camata (PMDB-ES), mulher do senador, acompanhou o seu discurso sentada no plenário do Senado.
Comentários dos leitores
Alcides Emanuelli (1032) 19/04/2009 19h37
Esse cara ainda não foi demitido! isso é uma vergonha, imaginem a farra que esse cara fazia com o dinheiro do Senado.
Uma casa de 5 milhões, ele deve ter um monte de trabalho em outras empresas, deve tambem ter meia duzia de empresas privadas que é o dono para ter tanto dinheiro assim para comprar uma casa.
A bem da ética e da moral, tem que ser revisto todas essas estruturas e quem não for concursado, quem tem parentes que foram colocados usufruindo dessa privilégio que é o empreguismo, tem que ser convidado a se retirar a força com a policia e tudo o mais.
Bem mas se era permitido tantas irregularidades, vamos esquecer a policia, mas esta na hora de entrar alguem competente e honesto para mudar todo esses sistema de uma administração inconsequente e irresponsavel e burra e incompetente.
Ainda por cima muitas dessas pessoas tem curos Superior é mais vergonhoso ainda de que vale ter um deploma se são incompetentes e inconsequente.
Meu Deus porque não se muda toda essas estruturas administrativa inconsequente e se moralize os cargos em todos os sentidos, terminando com o nepotismo e terminando com funções comissionadas ou limitando esses cargos de confiança a no maximo 5 por parlamentar.
Meu Deus que coisa triste estamos vendo e assistindo nada é como isso, essa vergonha toda não tem precedentes. sem opinião
avalie fechar
Carlos Franco Franco (361) 19/04/2009 14h59
esta dificil se escolher um diretor para esse tão cobiçado cargo, esta mais dificil que achar um politico honesto, aonde nos estamos, estamos perdidos, imagina o que nos brasileiros desconhecemos, o que acontece nesta duas casas. bom esse congresso e esta camara. e os presidentes em nada ajudam, nos temos que aguentar tudo isto. 2 opiniões
Deoclides Lopes da Silva (4) 19/04/2009 11h53
Não sei com que interesse os meios de comunicação estão divulgando estas informações, mais espero que continuem.
domingo, 19 de abril de 2009
Submundo do caixa 2: Ex-funcionário do senador Gerson Camata diz que político usou servidores do gabinete para justificar despesas de campanha (Globo)
Mesadas de empreiteiras, funcionários obrigados a pagar contas de parlamentar que os emprega, prestações de contas falseadas para justificar gastos inexistentes. O economista Marcos Andrade disse ao repórter Chico Otavio que, por 19 anos, trabalhou assim para um político capixaba: o ex-governador do Espírito Santo e hoje senador Gerson Camata (PMDB). Seu relato é um retrato dos bastidores de gabinetes oficiais, onde o caixa dois desafia a transparência. Segundo o economista, funcionários de Camata aparecem na prestação de contas da campanha ao Senado em 2006 como prestadores de serviço, mas nunca receberam pagamento. Andrade diz que era obrigado a ceder 30% do salário no Senado para pagar despesas de Camata. E que o senador recebeu propina da empreiteira Odebrecht como recompensa por uma ponte construída em Vitória. O senador nega as denúncias e afirma que Andrade está perturbado psicologicamente. (O Globo - págs. 1, 3 e 4)
Aquecimento global já mata idosos no país
Estudo inédito da USP revela que os extremos de frio e calor começaram a matar mais idosos, informa Soraya Aggege na primeira reportagem da série especial sobre o clima no Brasil. (págs. 1, 36 e 37)
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Editorial
Leia “Dinheiro na urna”, que critica financiamento público exclusivo de campanha e defende mais controles. (págs. 1 e A2)
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Notas e informações – As sagradas famílias
Por que o contribuinte que vota em um parlamentar deve custear as viagens de suas esposas e amigos? (págs. 1 e A3)
------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense
ONG recebe mais verba do que 12 estados
Entidade dirigida por vereadora do PCdoB, mesmo partido do ministro do Esporte, Orlando Silva, levou R$ 8,5 milhões do Programa Segundo Tempo, em 2008. Dinheiro representa metade do que foi destinado ao estado de São Paulo. (págs. 1 e Tema do dia, 2)
------------------------------------------------------------------------------------
Veja
Entrevista – Michel Temer – É preciso reagir agora – O presidente da Câmara dos Deputados diz que a crise ética atinge uma minoria no Parlamento, mas que, se nada for feito, arrastará toda a instituição. (págs. 17, 20 e 21)
Virou agência de viagem – Deputados usam cota de passagem aérea do Congresso Nacional para passeios com namorada, esposa, filhos, parentes, amigos e até para negócios. (págs. 60 a 62)
Abatido pelo radicalismo – Promotor que combatia na Justiça as ações criminosas do MST no Rio Grande do Sul abandona o caso depois de sofrer ameaças, constrangimentos, grampos e até um atentado contra sua vida. (págs. 64 e 65)
Quem mandou parar? – O governo mobiliza sua bancada na Câmara para encerrar a CPI das escutas ilegais. (pág. 69)
------------------------------------------------------------------------------------
Época
Farra das passagens
- No Congresso, até cadáver já andou de avião
Um dia de Delúbio - Flagramos os encontros do ex-tesoureiro do PT em Brasília
No rastro de Delúbio – Em busca de votos para voltar ao PT e candidatar-se a deputado, o tesoureiro do mensalão passa 24 horas em Brasília em conversas com velhos amigos. (págs. 30 a 32)
Uma farra paga com nosso dinheiro – Parlamentares aproveitam regra frouxa e usam passagens aéreas bancadas com recursos públicos para ir ao exterior com a mulher, os filhos... (págs. 34 a 36)
Entrevista – Cristovam Buarque – “Causei um rebu” – Depois de sugerir a avaliação do Congresso em plebiscito, o senador diz que cumpriu o papel de alertar o país sobre a desmoralização do Parlamento. (pág. 37)
Entrevista – Protógenes Queiroz – “Sim, posso ser candidato” – Pela primeira vez, o controvertido delegado da Operação Satiagraha admite trocar a polícia pela política. (pág. 41)
O advogado de R$ 255 bilhões – O advogado-geral da União, José Antônio Toffoli, entra na fila para o Supremo depois de se destacar na defesa do caixa do governo. (págs. 46 a 48)
Uma parceria especial – A ação combinada de Lula e Barack Obama pode fazer bem para o futuro político do continente. (págs. 78 e 79)
------------------------------------------------------------------------------------
ISTOÉ
Eles vão barrar os abusos? – Os três Poderes se unem para conter o Estado policialesco que tomou conta do País. A tarefa exige mais do que uma lei no papel. (págs. 36 a 38)
Mercado paralelo – Uso indevido de passagens aéreas por parlamentares inclui venda de bilhetes da Câmara dos Deputados para qualquer um. (págs. 40 a 42)
O rei do axé – Investigado por destinar verba pública para festas de empresa, deputado pode ser expulso do PT apenas por traição. (pág. 49)
Vencer ou vencer – Para combater a crise, garantir a popularidade e fazer seu sucessor em 2010, o presidente Lula abre o cofre e favorece consumidores, municípios e Estados. De quebra, empresta US$ 4,5 bilhões ao FMI. (págs. 86 a 88)
Aquecimento global já mata idosos no país
Estudo inédito da USP revela que os extremos de frio e calor começaram a matar mais idosos, informa Soraya Aggege na primeira reportagem da série especial sobre o clima no Brasil. (págs. 1, 36 e 37)
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Editorial
Leia “Dinheiro na urna”, que critica financiamento público exclusivo de campanha e defende mais controles. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Notas e informações – As sagradas famílias
Por que o contribuinte que vota em um parlamentar deve custear as viagens de suas esposas e amigos? (págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
ONG recebe mais verba do que 12 estados
Entidade dirigida por vereadora do PCdoB, mesmo partido do ministro do Esporte, Orlando Silva, levou R$ 8,5 milhões do Programa Segundo Tempo, em 2008. Dinheiro representa metade do que foi destinado ao estado de São Paulo. (págs. 1 e Tema do dia, 2)
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Veja
Entrevista – Michel Temer – É preciso reagir agora – O presidente da Câmara dos Deputados diz que a crise ética atinge uma minoria no Parlamento, mas que, se nada for feito, arrastará toda a instituição. (págs. 17, 20 e 21)
Virou agência de viagem – Deputados usam cota de passagem aérea do Congresso Nacional para passeios com namorada, esposa, filhos, parentes, amigos e até para negócios. (págs. 60 a 62)
Abatido pelo radicalismo – Promotor que combatia na Justiça as ações criminosas do MST no Rio Grande do Sul abandona o caso depois de sofrer ameaças, constrangimentos, grampos e até um atentado contra sua vida. (págs. 64 e 65)
Quem mandou parar? – O governo mobiliza sua bancada na Câmara para encerrar a CPI das escutas ilegais. (pág. 69)
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Época
Farra das passagens
- No Congresso, até cadáver já andou de avião
Um dia de Delúbio - Flagramos os encontros do ex-tesoureiro do PT em Brasília
No rastro de Delúbio – Em busca de votos para voltar ao PT e candidatar-se a deputado, o tesoureiro do mensalão passa 24 horas em Brasília em conversas com velhos amigos. (págs. 30 a 32)
Uma farra paga com nosso dinheiro – Parlamentares aproveitam regra frouxa e usam passagens aéreas bancadas com recursos públicos para ir ao exterior com a mulher, os filhos... (págs. 34 a 36)
Entrevista – Cristovam Buarque – “Causei um rebu” – Depois de sugerir a avaliação do Congresso em plebiscito, o senador diz que cumpriu o papel de alertar o país sobre a desmoralização do Parlamento. (pág. 37)
Entrevista – Protógenes Queiroz – “Sim, posso ser candidato” – Pela primeira vez, o controvertido delegado da Operação Satiagraha admite trocar a polícia pela política. (pág. 41)
O advogado de R$ 255 bilhões – O advogado-geral da União, José Antônio Toffoli, entra na fila para o Supremo depois de se destacar na defesa do caixa do governo. (págs. 46 a 48)
Uma parceria especial – A ação combinada de Lula e Barack Obama pode fazer bem para o futuro político do continente. (págs. 78 e 79)
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ISTOÉ
Eles vão barrar os abusos? – Os três Poderes se unem para conter o Estado policialesco que tomou conta do País. A tarefa exige mais do que uma lei no papel. (págs. 36 a 38)
Mercado paralelo – Uso indevido de passagens aéreas por parlamentares inclui venda de bilhetes da Câmara dos Deputados para qualquer um. (págs. 40 a 42)
O rei do axé – Investigado por destinar verba pública para festas de empresa, deputado pode ser expulso do PT apenas por traição. (pág. 49)
Vencer ou vencer – Para combater a crise, garantir a popularidade e fazer seu sucessor em 2010, o presidente Lula abre o cofre e favorece consumidores, municípios e Estados. De quebra, empresta US$ 4,5 bilhões ao FMI. (págs. 86 a 88)
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Vice-governador do ES vai pedir desfiliação do PSDB por apoiar PT, diz partido
CÍNTIA ACAYABA
da Agência Folha
O diretório do PSDB no Espírito Santo anunciou que o vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, vai pedir a desfiliação do partido depois de declarar publicamente seu apoio à reeleição do prefeito de Vitória, João Coser (PT), e a outros candidatos da oposição em cidades capixabas. Ferraço não confirmou que vai se desfiliar.
O presidente do PSDB capixaba, Ricardo Santos, disse que o vice-governador "tem um posicionamento diferente do partido em relação a candidatos apoiados pela sigla no Estado". Em Vitória, o PSDB apóia o candidato a prefeito Luciano Rezende (PPS).
Em nota, a Executiva Nacional do PSDB afirma que o partido está preocupado com o posicionamento de Ferraço.
O texto, assinado pelo presidente do partido, o senador Sérgio Guerra (PE), diz que o PSDB vai definir na próxima reunião da Executiva Nacional, "sua posição na questão que se desenvolve no Estado e que diz respeito à fidelidade partidária do vice-governador". Não há data prevista para a reunião.
Segundo o presidente estadual do PSDB, o vice-governador vai formular o pedido de desfiliação ao Tribunal Regional Eleitoral nos próximos dias. "Afastamos a hipótese de expulsão porque o PSDB faz parte do governo Hartung [Paulo Hartung, do PMDB]. Somos responsáveis por diversas pastas e não queremos causar um desgaste", disse.
O vice-governador afirmou que ele e o diretório ainda estudam como vão "resolver o conflito de incompatibilidade".
Ferraço confirmou que participou de uma caminhada de campanha com Coser e disse que apóia o prefeito petista porque o PSDB "ignorou" suas posições. "O partido não quis me ouvir. Não considerou minhas opiniões que levavam em conta uma aliança entre PT e PSDB", afirmou ele.
Ferraço disse que não tem nenhuma proposta de filiação a outro partido.
da Agência Folha
O diretório do PSDB no Espírito Santo anunciou que o vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, vai pedir a desfiliação do partido depois de declarar publicamente seu apoio à reeleição do prefeito de Vitória, João Coser (PT), e a outros candidatos da oposição em cidades capixabas. Ferraço não confirmou que vai se desfiliar.
O presidente do PSDB capixaba, Ricardo Santos, disse que o vice-governador "tem um posicionamento diferente do partido em relação a candidatos apoiados pela sigla no Estado". Em Vitória, o PSDB apóia o candidato a prefeito Luciano Rezende (PPS).
Em nota, a Executiva Nacional do PSDB afirma que o partido está preocupado com o posicionamento de Ferraço.
O texto, assinado pelo presidente do partido, o senador Sérgio Guerra (PE), diz que o PSDB vai definir na próxima reunião da Executiva Nacional, "sua posição na questão que se desenvolve no Estado e que diz respeito à fidelidade partidária do vice-governador". Não há data prevista para a reunião.
Segundo o presidente estadual do PSDB, o vice-governador vai formular o pedido de desfiliação ao Tribunal Regional Eleitoral nos próximos dias. "Afastamos a hipótese de expulsão porque o PSDB faz parte do governo Hartung [Paulo Hartung, do PMDB]. Somos responsáveis por diversas pastas e não queremos causar um desgaste", disse.
O vice-governador afirmou que ele e o diretório ainda estudam como vão "resolver o conflito de incompatibilidade".
Ferraço confirmou que participou de uma caminhada de campanha com Coser e disse que apóia o prefeito petista porque o PSDB "ignorou" suas posições. "O partido não quis me ouvir. Não considerou minhas opiniões que levavam em conta uma aliança entre PT e PSDB", afirmou ele.
Ferraço disse que não tem nenhuma proposta de filiação a outro partido.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Caravana de Vila Velha-ES vai impactar Aquidauana

Além de atividades para jovens e adolescentes, o grupo promete conquistar as crianças com brincadeiras e teatro
Uma caravana composta de 42 pessoas desembarca na manhã desta sexta-feira em Aquidauana. O grupo vem da cidade de Vilha Velha - Espírito Santo para realizar uma série de atividades com a comunidade que reside na região da IBCA - Igreja Batista Central de Aquidauana, localizada próximo da Lagoa Comprida.
Conforme o Pr. Regis, da IBCA, durante todo o final de semana, a caravana pomoverá cursos, palestras e capacitações para jovens e adolescentes. O trabalhado envolverá os membros da igreja e as pessoas de toda aquela região. Nas ruas da cidade, o grupo fará convites utilizando estratégias diferentes das costumeiras.
Para as crianças, está prevista a realização de uma grande EBF - Escola Bíblica de Férias - na tarde de sábado . Teatro, músicas, brincadeiras e lanches estão inseridas na programação. As atividades acontecerão no salão de festas da IBCA, na Rua Giovani Toscano de Brito, perto da lagoa. A caravana pertence à Igreja Batista da Glória, localizada em Vilha Velha - Espírito Santo.
Fonte: Ronaldo Regis / Anastácio Notícias
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